ATENDIMENTOS · NECESSIDADES ESPECIAIS

Dentista para pacientes especiais em Tubarão

Atendimento odontológico para pessoas autistas, com deficiência, condições neurológicas, psiquiátricas ou sistêmicas. Com o preparo que a consulta exige e o tempo que a pessoa precisa.

Falar sobre um caso
[PENDENTE: foto de atendimento no consultório]

Por que tantas famílias ouvem “aqui não dá”

Atender uma pessoa autista, um paciente acamado ou alguém em tratamento oncológico exige três coisas que a rotina de um consultório comum raramente comporta: tempo de consulta maior, conhecimento de como a condição e as medicações interferem no procedimento, e disposição para planejar antes em vez de improvisar na cadeira.

Sem isso, a consulta termina mal para todo mundo. E a família guarda a experiência ruim, adia o retorno, e o problema odontológico cresce em silêncio até virar dor.

O que eu faço é justamente o contrário: começo pelo preparo.

Condições que atendo

  • Autismo
  • Deficiência intelectual
  • Deficiência motora
  • Paralisia cerebral
  • Síndrome de Down
  • Pacientes acamados
  • Idosos
  • Idosos com demência
  • Doença de Alzheimer
  • Doença de Parkinson
  • Gestantes
  • Pacientes oncológicos
  • Fibromialgia
  • Esquizofrenia
  • Transtornos de ansiedade
  • Epilepsia

Atendimento a partir da adolescência. Se a condição da pessoa da sua família não estiver aqui, me chame mesmo assim.

ANTES DA CADEIRA

Como a consulta é preparada

  1. 01

    O que eu preciso saber antes

    Diagnóstico, medicações de uso contínuo, alergias, cirurgias, comorbidades, gatilhos sensoriais e como foram as experiências odontológicas anteriores.

  2. 02

    O plano do atendimento

    Com essas informações eu defino a duração, a ordem dos procedimentos, o tipo de anestésico e se há indicação de sedação medicamentosa.

  3. 03

    A consulta

    Conduzida no ritmo da pessoa, com monitoramento dos sinais vitais quando o caso pede, e interrompida sempre que o limite de tolerância for atingido.

  4. 04

    O retorno

    Definimos juntos a rotina de manutenção possível dentro da realidade da família.

Sobre a sedação medicamentosa

A sedação medicamentosa é um recurso, e existe para tornar possível um atendimento que sem ela não aconteceria. Ela é indicada depois da avaliação do histórico de saúde e do uso de medicação contínua do paciente, e sempre com acompanhamento dos sinais vitais durante todo o procedimento.

Nem todo paciente com necessidades especiais precisa de sedação. Boa parte dos atendimentos acontece sem ela, apenas com preparo e ambiente adequados. A decisão é clínica e é conversada com a família antes.

O que ajuda você separar antes

  • Lista das medicações de uso contínuo, com dosagem
  • Exames recentes, se houver
  • Relatório ou laudo médico da condição, se houver
  • Contato do médico que acompanha o paciente
  • Um relato curto de como foram as consultas anteriores

Nada disso é obrigatório para o primeiro contato. Se você não tiver, a gente começa mesmo assim.

Me conte o caso

Você não precisa usar termo técnico. Me diga quem é a pessoa, qual é a condição e o que já tentaram antes.

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